domingo, dezembro 06, 2009

Dessa vez...


Dessa vez todas as coisas se encaixarão ... um bom tempo simples e surgrá terá um final feliz ... ele Tentara pela última vez, ele arriscará Tentara tudo ... ... ... felicitara agora ...

O desejo alegrará todos os dias de sua vida eo dara alguns anos a mais do que imaginava ... ao som de alguns acordes e numa voz aveludada e ressonante arriscará, ele ... o desejo o invadir e ele só pensa nela, não desejo bombardeiam lembranças dela ... O seu cérebro, pensei que precisasse de espaço. Na verdade, preciso de calor, de afago, de você, dessa vez é tudo de mim .... dessa vez eu quero tudo nesta noite ...

Eu ainda estou sozinho com meus pensamentos, o que faço? Eles são cruéis? Quero agora!

Agora eu preciso de você aqui,!

Dessa vez eu quero tudo!

Quero arriscar tudo ... Não basta esses acordes las ... quero uma dissonância e quero subir ...

Pegue-me, Envolva-me.

Não acredito!

Salve-me Dostoievski! O homem prefere o sofrimento à paixão e por isso, sinto-me feliz ... a maior felicidade é quando alguém sae por que é infeliz ...

quinta-feira, novembro 26, 2009

Madame Bovary...belle...

"... A cama era uma cama de casal de acaju em forma de barca. As cortinas de levantina vermelha que desciam do teto fechavam-se baixo demais, perto da cabeceira que se alargava; e nada havia no mundo de mais bonito do que sua cabeça morena e sua pele branca destacando-se sobre aquela cor púrpura quando, com um gesto de pudor, ela fechava os dois braços nus, escondendo o rosto nas mãos...""... Despia-se brutalmente, arrancando o fino cordão do seu corpete que lhe sibilava ao redor das ancas como o escorregar de uma cobra. Ia na ponta dos pés nus ver ainda uma vez se a porta estava fechada; depois, com um único gesto, deixava cair, juntas, todas as suas roupas; - e, pálida, sem falar, séria, abatia-se contra seu peito, com um longo estremecimento...""... E então, olhando para trás, percebeu ainda uma vez o impassível castelo, com o parque, os jardins, os três pátios e todas as janelas da fachada...""...A loucura assaltava-a, teve medo e chegou a controlar-se, mas confusamente, é verdade; pois não lembrava a causa de seu horrível estado, isto é, a questão do dinheiro. Sofria somente em seu amor e sentia sua alma abandoná-la com aquela lembrança, como os feridos, ao agonizar, sentem a existência esvair-se por sua chaga que sangra.A noite caía, algumas gralhas voavam..."Gustave Flaubert, Em: Madame Bovary.

terça-feira, maio 05, 2009